ALU organiza visita de Secretário de Estado do Ambiente da Roménia

A associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis recebeu mais uma delegação de entidades da Roménia.

Desta vez, estiveram presentes Stefan Chiru, Secretário de Estado do Ambiente, e Catalin Ispa, do gabinete do Ministro do Ambiente, Água e Florestas da Roménia.

O objetivo desta comitiva era conhecer diferentes soluções de recolha de resíduos urbanos e sistemas de tratamento, em funcionamento nas cidades portuguesas, uma vez que a Roménia está numa fase de grande investimento neste sector.  

A ALU organizou a visita destes representantes, proporcionando a sua deslocação aos municípios de Cascais, Lisboa e Entroncamento, onde puderam assistir à recolha dos resíduos depositados nos equipamentos de alguns dos associados aderentes e ao tratamento dos resíduos, além de visitar uma unidade de produção de sistemas de contentorização.


ALU quer metodologia europeia para apurar custos de limpeza urbana

“A Associação Limpeza Urbana (ALU) faz parte de um grupo de entidades que está a preparar as bases para a criação de uma entidade gestora de fluxos específicos para produtos de plástico de uso único em Portugal. Nesse sentido, estamos a trabalhar com os nossos associados para apurar os custos que os municípios têm com a varredura e varredura de resíduos, como beatas”, avançou Luís Almeida Capão, presidente da ALU, no webinar organizado a 4 de abril pela ACR+, que reuniu vários stakeholders internacionais.

No evento com o título "Recolha de dados sobre custos de lixo e estratégias anti-lixo para integrar sistemas de Responsabilidade Alargada do Produtor", ficou clara a disparidade de metodologias existentes entre as entidades representadas por Clémence Bruttin (Project Leader da plataforma CITEO) e Mira Wyverkens (da INTERAFVAL – Associação dos municípios e regiões da Bélgica).

Nesse sentido, Françoise Bonnet, Secretária-Geral da ACR+, sublinhou a importância de se procurar uniformizar as metodologias de forma que os valores apurados entre cidades europeias pudessem ser comparados. Luís Capão reforçou esta ideia, acrescentando que “deste modo conseguiremos avançar mais rapidamente em Portugal, validando uma metodologia supranacional e reconhecida pela Comissão Europeia. Vamos trabalhar nisso com a ACR+”.  

No entanto, acrescenta, “para que os custos de Limpeza Urbana sejam justos e menos onerosos para todos é preciso que os serviços sejam eficientes e isso só se consegue com inovação tecnológica e inovação na mobilização social, áreas em que a ALU está a trabalhar com os seus associados”.

O presidente da ALU lembrou ainda que a Associação Limpeza Urbana deverá fazer parte do grupo de trabalho institucional para a definição da metodologia de cálculo das contribuições financeiras atribuídas aos municípios, associados aos custos da limpeza urbana dos resíduos da diretiva SUP, de acordo com o PERSU 2030, documento que está em consulta pública até 5 de maio.

A diretiva europeia sobre os produtos de plástico de utilização única (SUP) introduziu uma nova perspetiva no que respeita à gestão dos resíduos e à limpeza urbana, estabelecendo que os estados-membros devem criar regimes de responsabilidade alargada do produtor (RAP) que cubram os custos não só de gestão, mas também de limpeza desse lixo e de sensibilização para a prevenção e redução do lixo na rua. 

A diretiva não dá qualquer indicação sobre como esses custos devem ser calculados, ou qual a metodologia de cálculo de dados que deve ser posta em prática, no entanto, esperam-se algumas indicações nesse sentido, por parte da Comissão Europeia, ainda este ano.

Para já, sabe-se que esses custos não deverão exceder “os custos que são necessários para a prestação desses serviços de um modo economicamente eficiente e deverão ser estabelecidos de forma transparente entre os intervenientes em causa”.


A Associação Limpeza Urbana na última edição da revista Smart Cities

Nesta edição da revista Smart Cities, Luís Almeida Capão, presidente da direção da Associação Limpeza Urbana - Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis (ALU), fala da “Nova Narrativa dos Resíduos”.
Trata-se da necessidade de encontrar uma nova linguagem, unívoca e harmonizada no que respeita à sensibilização do cidadão. “Precisamos de uma campanha agregadora, envolvendo os mais variados quadrantes da sociedade portuguesa. Precisamos de juntar esforços – entidades gestoras de sistemas de gestão de resíduos, municípios, organizações da sociedade civil, empresas – e falar a uma só voz”, aponta o responsável da ALU.

Em baixo, leio o artigo na íntegra. Aproveite ainda para conhecer mais uns associados da ALU, desta vez a Arquiconsult, a Contenur, a Lasso e a Simopeças, que aqui apresentam os seus serviços e produtos.


ALU estabelece parceria estratégica com a Cleantek Show

Os associados da associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis têm condições especiais para participar na 2.ª Cleantek Show - Feira de equipamentos e produtos para limpeza, facilities e lavandaria.

Os associados da ALU interessados em ter um espaço expositivo neste evento, que terá lugar de 10 a 11 de março de 2022 no Centro de Congressos da Alfândega no Porto, beneficiam de um desconto de 10%.

Mantendo o modelo de negócio e posicionamento da última edição ( solução chave na mão e foco no negócio), que se traduziu num evento com 45 expositores diretos, 2200 m2 de área e mais de 1500 visitantes, algumas ações de melhoria (Reforço da capacidade de estacionamento,  mudança de dias e horários, etc)  e novas iniciativas ( Gala CleanTek, espaço inovação + espaço Demo, comboio carruagem Cleantek Lisboa / Porto / Lisboa) irão ser levadas a cabo para garantir o sucesso da Cleantek 22.

De forma a explorar sinergias e melhorar a proposta de valor, esta edição irá decorrer em simultâneo, mas em espaços próprios,  à 1ª edição do Maintek – Salão de equipamentos, tecnologia e serviços para manutenção e gestão de ativos industriais.

Mais informações em https://www.cleantek.pt/


Abra caminho à Brigada Mais Presente. Desembrulhe o Natal.

A Associação Limpeza Urbana (ALU) lança uma campanha que alerta para a necessidade de colocar o lixo nos contentores certos, numa altura em que as quantidades de lixo produzido aumentam e alguns serviços municipais de recolha ficam limitados.

Todos os anos os caixotes do lixo ficam a transbordar nos dias seguintes ao Natal. É uma imagem demasiado comum em Portugal. Municípios e cidadãos têm um objetivo partilhado: manter as cidades limpas. E quando um dos lados falha, todos são prejudicados. É precisamente o que acontece no Natal e o Ano Novo. Consumo excessivo, muito desperdício e falta de cuidado fazem dos contentores verdadeiras lixeiras ao ar livre.

Nesta época do ano, muitos serviços de recolha e limpeza têm os horários reajustados, alterados e nalguns casos, mesmo, limitados, para que os trabalhadores da recolha e limpeza possam passar uma parte do Natal com as suas famílias.

Para Luís Almeida Capão, presidente da ALU, “o excesso de desperdício e a colocação dos resíduos nos caixotes errados e até no chão colocam aos municípios um desafio de gestão de recursos nestes dias.” Por isso, a associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis lança esta campanha com o mote: Abra caminho à #BrigadaMaisPresente. #DesembrulheoNatal.

 “Pedimos mais atenção às pessoas quando colocarem os resíduos nos contentores. Sabemos que há mais embalagens, mais cartões, mais garrafas. Mas tudo isso pode ser devidamente separado, dobrado, espalmado e colocado no ecoponto respetivo. E se o ecoponto estiver cheio, podemos esperar por um dia de recolha normal para deitar fora as caixas e os embrulhos. Daí a ideia de desembrulhar o Natal, queremos retirar os embrulhos das ruas”, explica Luís Almeida Capão, presidente da direção da ALU.

 Valorizar os cantoneiros

Respeitar os trabalhadores da limpeza urbana é outra vertente desta campanha. “Durante a pandemia, houve alguma atenção relativamente aos trabalhadores da recolha de resíduos e da limpeza urbana, que nunca pararam, mas rapidamente esse cuidado se desvaneceu. Temos de valorizar estes trabalhadores que têm um trabalho difícil e pouco reconhecido no dia-a-dia e que trabalham quase todos os dias. São, de facto, a Brigada Mais Presente”, observa o representante da ALU.

Em Portugal, existem cerca de 12 mil trabalhadores de limpeza urbana e mais de 15 mil trabalhadores de recolha de resíduos, que todos os dias e noites “patrulham” as ruas: esvaziam os caixotes do lixo, limpam e lavam o chão, cortam as ervas, limpam os grafitis, desentopem as sarjetas, arranjam os jardins, entre outras tarefas que muitas vezes nem damos conta, mas sem as quais não passamos. São atividades que requerem uma grande presença nas ruas e na vida das pessoas.

Colocar o lixo no sítio certo é uma forma de reconhecer estes trabalhadores. Num município onde todos participam na limpeza urbana, não comprando em excesso e não depositando os resíduos no chão, o custo com estes serviços diminui e esse valor de poupança poderá ser alocado a outros serviços essenciais ao cidadão. “Hoje, a limpeza das ruas custa uma média de 30 euros por habitante/ano. É outra questão que muitas vezes não nos lembramos: deitar uma pastilha, uma beata ou um papel para o chão tem muito mais custos para todos, do que ter o trabalho de colocar a pastilha, a beata ou o papel no caixote de lixo mais perto”.

 Este Natal não se esqueça: Abra caminho à #BrigadaMaisPresente. #DesembrulheoNatal.


4ª Assembleia Geral da Associação Limpeza Urbana

Os associados fundadores, efetivos e aderentes estiveram reunidos a 30 de novembro, na 4ª Assembleia Geral da associação Limpeza Urbana - Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis.

Nesta assembleia geral ordinária foi aprovado o Plano de Atividades e Orçamento de 2022, que estipula as principais ações previstas para o próximo ano. Consulte aqui o documento completo.

A 4ª Assembleia Geral foi ainda palco da aprovação
do 1º Associado Honorário da associação.

Vítor Lemos, ex-presidente do Conselho de Administração do Serviços Municipalizados de Viana do Castelo e ex-vice presidente da Câmara Municipal do mesmo município, um dos associados fundadores, recebeu o título com emoção, agora que está reformado das anteriores funções.


Associados da ALU presentes na exposição Smart Cities Summit

A Smart Cities Summit contou com a participação de alguns membros da associação LIMPEZA URBANA - Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis. Certoma, Enermeter, Hidromaster, Luságua e Sopsa enriqueceram a exposição do evento com a apresentação dos seus produtos e serviços.

O evento, organizado pela Fundação AIP, contou o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, que evidenciou o papel das cidades no combate às alterações climáticas, sobretudo depois da COP 26.

“Recordo as soluções criativas e os grandes movimentos de transformação que nasceram nas cidades, com soluções inovadoras. Este esforço que temos de fazer em prol de cidades neutras em carbono, só as cidades sabem bem fazer e interpretar o que é a obrigação de ser neutras em carbono e são as únicas capazes de fazer a ponte com as empresas e as pessoas, não deixando que ninguém fique para trás”, observou ainda o responsável político.


É urgente a ação das autarquias, alerta ALU na Smart Cities

“Este é o momento para as cidades darem um salto quântico, introduzindo soluções tecnológicas smart na gestão da urbe, apostando na circularidade dos materiais, reforçando as nature-based solutions, criando condições para a co-criação e a participação ativa dos cidadãos”, diz Luís Almeida Capão, presidente da Direção da associação Limpeza Urbana - Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis na última edição da revista Smart Cities.


Saiba mais sobre este artigo e conheça mais alguns dos nossos associados em baixo.


ALU recebe comitiva de cidades romenas

A associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis recebeu em novembro uma delegação de entidades da Roménia - Federation of Intercommunity Development Associations (FADI), que incluiu representantes de sete executivos autárquicos romenos e várias empresas.

O objetivo desta comitiva era conhecer diferentes soluções de recolha de resíduos urbanos e sistemas de tratamento, em funcionamento nas cidades portuguesas.

A ALU organizou a visita destes representantes, proporcionando a sua deslocação aos municípios de Cascais e de Lisboa, onde puderam assistir à recolha dos resíduos depositados nos equipamentos de alguns dos associados aderentes.


Pollutec abre portas a 12 de outubro em Lyon

É já de 12 a 15 de outubro que decorre a Pollutec, em Lyon (França), aquele que é um dos principais eventos de referência para os profissionais do ambiente na Europa, que existe desde 1978. 

 Aliando conferências temáticas e um amplo espaço expositivo, a Pollutec afirma-se como uma vitrina de soluções ambientais para a indústria, cidades e territórios, e um trampolim para inovações de mercado e desenvolvimento internacional. Pollutec oferece uma série de eventos especiais, conferências e discussões sobre todos os desafios ambientais atuais e futuros.

Mapa da área de exposição

Mapa da área de exposição

Os principais sectores do ambiente vão estar representados neste evento, nomeadamente o tratamento de águas e águas residuais, a gestão resíduos, a reciclagem, a economia circular, a energia, a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável.

Os números da última Pollutec antes da pandemia (2018) revelam a dimensão desta iniciativa internacional:

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- 2.200 expositores de todas as áreas do ambiente e do sector energético

- 70.000 visitantes profissionais da indústria, autoridades locais, da construção e do sector dos serviços

- 13% de visitantes internacionais

- 30% de expositores internacionais

- 90.000m² de espaço de exposição

- 128 países representados

- Numerosos acontecimentos no centro dos novos desafios do mercado

Se quer participar na Pollutec 2021 solicite as condições especiais para os associados da ALU através do geral@associacaolimpezaurbana.org.

Mais informações sobre o evento em: https://www.pollutec.com/en-gb/about.html


Aprovada proibição de produtos de plástico de uso único a partir de 1 de novembro

O Conselho de Ministros aprovou a 2 de setembro o decreto-lei que procede à transposição parcial da Diretiva (UE) 2019/904, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de junho de 2019, relativa à redução do impacto de produtos de plástico de utilização única e aos produtos feitos de plástico oxodegradável.

A partir de 1 de novembro de 2021 é proibida a colocação no mercado de determinados produtos de plástico de utilização única, tais como cotonetes, talheres, pratos, palhas, varas para balões, bem como copos e recipientes para alimentos feitos de poliestireno expandido.

De acordo com a diretiva, este decreto-lei estabelece dois objetivos de redução do consumo de copos para bebidas e recipientes para alimentos destinados ao consumo imediato ou prontos a consumir:

  • até 31 de dezembro de 2026, uma redução de 80% relativamente a 2022;

  • até 31 de dezembro de 2030, uma redução do consumo de 90%.

De acordo com um calendário faseado, são ainda determinados requisitos de conceção de recipientes para bebidas; objetivos de incorporação de plástico reciclado nas garrafas para bebidas; metas nacionais de recolha seletiva de garrafas com capacidade inferior a três litros e a promoção de campanhas de informação e sensibilização dos consumidores por parte dos produtores de determinados produtos de plástico de uso único.

Para assegurar estes objetivos estão previstas medidas, a cumprir a partir de 2024, como a disponibilização de recipientes reutilizáveis para consumo de alimentos e bebidas mediante a cobrança de um depósito, entre outras.

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Leia a entrevista do presidente da direção da ALU, Luís Capão, à Smart Cities

Em entrevista à revista Smart Cities, o presidente da direção da ALU, Luís Capão, fala do III Encontro Nacional de Limpeza Urbana e de como o evento foi um catalisador da dinâmica empresarial, mas também da importância dos dados sistematizados agora no Estudo de Caracterização do Sector, e da necessidade de mobilizar não só municípios e empresas dos sector, mas ainda os cidadãos e representantes do Governo para a importância da Limpeza Urbana como “factor transformativo de cidades mais limpas, mais competitivas e agradáveis”.

Leia em baixo:

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